quarta-feira, 27 de julho de 2011

(Eugene Richards)

 
Vestia- se para o vento, como um cristal, vestia-se de armaduras, de laços, as suas pernas se vestiam, eram puras - vermelho lancinante sobre as mãos. E chorava, amaranthine, imortal, era frágil e incólume na pureza dos dias. Instante, pulsações, colapsos devorados pela memória. A janela era um abismo entre a verdade e o sonho.

Um comentário:

  1. Já li e reli várias vezes esse texto e não consigo parar de ficar maravilhado!

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